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Institucional

Polvo roxo sereno diante do Plano anti-pânico, com quatro itens marcados, enquanto uma tempestade se forma pela janela.

Ninguém sabe. E isso importa?

Para quem está preparado, o quando é irrelevante. O essencial é saber o que fazer quando ela chegar. Ter um plano testado, atualizado e pronto para ser acionado a qualquer momento.

O importante é saber identificar a emergência logo nos primeiros sinais.

Já mencionei este assunto na News Edição #09, de 28/07/2026, na seção História: “O preço da prevenção adiada”.

Depois voltei a falar quando comentei sobre Freezing, na Edição #21, de 20/10/2026, quando citei um PRR — Plano de Resposta Rápida.

Este é um nome fictício, criado para fins ilustrativos. Pode ter outro nome na sua instalação: Plano de Contingência, Manual da Operação, Guia de Emergência Operacional ou qualquer outro. Até mesmo Plano Anti-Pânico.

O nome não importa para esta conversa, desde que o documento exista, seja atual e de fácil acesso para a equipe de Operação. Este é um ponto de conformidade em Auditorias. O Auditor não vai perguntar para você, mas para o Operador que estiver lá. Você sabe qual será a resposta?

Como uma emergência se manifesta?

Vamos ver algumas características básicas, genéricas. Pode ser uma catástrofe, como um furacão ou enchente; um desastre, como um gerador que explode na rua; ou um fato isolado, como um semáforo quebrado.

Situações fora do cotidiano que exigem uma resposta rápida para reduzir os impactos.

E no Processamento de Dados?

Falando do jeito mais simples, pode ser um problema físico, como uma falha elétrica ou na infraestrutura; um problema no sistema, como um abend acompanhado de dump; ou um problema de lógica:

Saldo anterior + entradas − saídas ≠ saldo atual.

Este último é terrível. Se identificado pelo Cliente final, prejudica a credibilidade do Processamento como um todo.

Já passei por isto. É um caso real.

E o que fazer?

Manter a atenção focada onde a fumaça aparece.

No mundo do processamento, a fumaça é digital.

Pode ser aquele relatório que deixou de ser gerado, o batch que terminou com uma mensagem de erro, a ligação do usuário final irritado ou qualquer outro sinal de alerta.

Lembre-se da premissa básica de qualquer programa:

Entrada → Processamento → Saída

Sua equipe de Operação acompanha as saídas. É ali que muitos sinais de fumaça aparecem. Se tiver alguma coisa, vão descer um degrau e procurar se tem fogo no processamento.

Esta análise pode ser rápida ou demorar horas, enquanto o Cliente final continua esperando.

Mas quem orienta a verificar também a Entrada?

É neste ponto que o PRR, ou equivalente, se torna crítico.

Vou ilustrar com outro fato.

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A Atlas Salt entrega sal para quem precisa dele. Principalmente onde os invernos são rigorosos. O sal pode ser usado para derreter neve. Investidores podem estar no mundo todo mesmo onde não cai neve abundante.

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Cities Are Running Out of Salt Before Winter Even Starts

Road salt is one of those things nobody thinks about until plow trucks come back empty, and this year that's happening before the first snowfall. Some cities haven't gotten a single bid for winter supply, while others are paying nearly double last year's price. 

North America doesn't mine enough of its own, which is why it ships in 8 to 10 million tonnes from places like Egypt and Chile, two weeks away by boat.

Atlas Salt (TSXV: SALT | OTCQX: SALQF) is building a mine in Newfoundland near a deepwater port where ships can reach Boston in three days. With salt, the real cost is in shipping, and CEO Nolan Peterson says the difference is so big that overseas producers could give their salt away and still come out more expensive than Atlas. The project is shovel-ready and projected to generate roughly C$188 million a year in free cash flow.

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Continuando

O Case redirecionado

Eu trabalhava no Suporte Técnico do z/VM quando fui acionado pela equipe do Suporte a Linux. Eles estavam com um Case em que o Cliente informava:

“Não consigo fazer manutenção nos meus sistemas. Todas as opções para clicar estão cinza.”

A equipe identificou que o aplicativo usado pelo Cliente dependia do SMAPI, um componente do z/VM. Era um aplicativo conhecido deles, com uma interface baseada na lógica “clique e arraste”.

Ficaram horas pedindo logs e cópias de telas, procurando a raiz do problema.

Precisei de poucos minutos para identificar o que estava acontecendo: o aplicativo não recebia dados de Entrada, coletados através de funções do SMAPI.

Orientei a Operação do Cliente a ligar a coleta de dados.

Fez-se a luz. A Árvore de Natal se acendeu como por mágica.

A solução, um único comando, poderia estar no PRR, economizando várias horas de todo o pessoal envolvido.

Bastava conhecer as dependências daquele aplicativo, e principalmente, como o SMAPI interage com o sistema hospedeiro.

E como está o seu PRR hoje? Resiste a uma emergência na próxima madrugada?

Esta pergunta resume a intenção que originou todo o texto desta edição.

Seu PRR, ou Manual Operacional, contempla o z/VM?

  • Sim, tem duas linhas.

  • Sim, tem quatro parágrafos.

  • Sim, tem um capítulo inteiro.

  • Não, z/VM não dá problema.

Duas linhas podem ser suficientes, se indicarem outro manual com as instruções necessárias. Desde que ele também esteja atualizado e acessível à Operação.

Um capítulo inteiro pode deixar a equipe sem saber o próximo passo. Precisa estar bem estruturado.

O que acontece no seu caso?

Tem instruções claras e testadas para ocorrências envolvendo IPL, RACF, SMAPI, DIRMAINT, Performance Toolkit, TCP/IP, Linux sob z/VM, problemas de acesso, lentidão e o que coletar antes de abrir Cases?

Se ficou em dúvida, eu posso ajudar a resolvê-la.

Posso revisar o Manual Operacional com sua equipe, identificar o que falta e ajudar a preparar os procedimentos para o seu ambiente. Incluindo definir rotinas de teste sem envolver a produção.

Não deixe a fumaça virar fogo.

Antes de começar a revisão do manual, separe um tempo para essa conversa.

Fale comigo sobre o seu projeto.

Quem chega antes consegue os melhores lugares.

Inclusive na minha agenda.

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